TRE-RJ decide convocar as Forças Armadas para reforçar a segurança do estado durante as eleições

O presidente do tribunal, o desembargador Elton Leme, em entrevista ao O Globo, disse que a convocação dos militares se justifica pelo clima mais tenso nas relações políticas e a presença do tráfico e das milícias no estado. Soldados do Exército patrulham ruas do Rio de Janeiro reforçando a segurança durante o período de votação na cidade (Imagem de arquivo) Sergio Moraes/Reuters O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) confirmou nesta sexta-feira (29) que convocará as Forças Armadas para reforçar a segurança do estado durante as eleições desse ano. Essa é a quinta vez que as Forças Armadas são convocadas para auxiliar na segurança no estado do Rio durante o período eleitoral. O desembargador Elton Leme, presidente do TRE-RJ, em entrevista ao O Globo, disse que a convocação dos militares se justifica pelo clima mais tenso nas relações políticas e pela presença do tráfico e das milícias em várias regiões do Rio de Janeiro. O presidente do tribunal acredita que a presença das Forças Armadas poderá coibir atos de violência política durante as eleições de outubro. Trabalho em conjunto A coordenação dos trabalhos de segurança no Rio de Janeiro durante as eleições será feita no Gabinete Extraordinário de Segurança Institucional (Gaesi), espaço criado pelo TRE-RJ. Na mesma entrevista desta sexta, Elton Leme disse que a estratégia de segurança será de "tolerância zero a qualquer forma de violência". Soldados do exército brasileiro são vistos durante um exercício de segurança para os Jogos Olímpicos Rio 2016 no Rio de Janeiro Ueslei Marcelino/Reuters Além dos militares do exército, o grupo de trabalho contará ainda com agentes da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal e Guarda Municipal. O objetivo é estabelecer prioridades dentro do território do estado para que cada uma das forças de segurança possa atuar. A ideia é que todos os envolvidos trabalhem juntos e coordenados para proteger cada uma das zonas eleitorais do estado.

TRE-RJ decide convocar as Forças Armadas para reforçar a segurança do estado durante as eleições
O presidente do tribunal, o desembargador Elton Leme, em entrevista ao O Globo, disse que a convocação dos militares se justifica pelo clima mais tenso nas relações políticas e a presença do tráfico e das milícias no estado. Soldados do Exército patrulham ruas do Rio de Janeiro reforçando a segurança durante o período de votação na cidade (Imagem de arquivo) Sergio Moraes/Reuters O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) confirmou nesta sexta-feira (29) que convocará as Forças Armadas para reforçar a segurança do estado durante as eleições desse ano. Essa é a quinta vez que as Forças Armadas são convocadas para auxiliar na segurança no estado do Rio durante o período eleitoral. O desembargador Elton Leme, presidente do TRE-RJ, em entrevista ao O Globo, disse que a convocação dos militares se justifica pelo clima mais tenso nas relações políticas e pela presença do tráfico e das milícias em várias regiões do Rio de Janeiro. O presidente do tribunal acredita que a presença das Forças Armadas poderá coibir atos de violência política durante as eleições de outubro. Trabalho em conjunto A coordenação dos trabalhos de segurança no Rio de Janeiro durante as eleições será feita no Gabinete Extraordinário de Segurança Institucional (Gaesi), espaço criado pelo TRE-RJ. Na mesma entrevista desta sexta, Elton Leme disse que a estratégia de segurança será de "tolerância zero a qualquer forma de violência". Soldados do exército brasileiro são vistos durante um exercício de segurança para os Jogos Olímpicos Rio 2016 no Rio de Janeiro Ueslei Marcelino/Reuters Além dos militares do exército, o grupo de trabalho contará ainda com agentes da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal e Guarda Municipal. O objetivo é estabelecer prioridades dentro do território do estado para que cada uma das forças de segurança possa atuar. A ideia é que todos os envolvidos trabalhem juntos e coordenados para proteger cada uma das zonas eleitorais do estado.